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IMPRENSÃO: A polícia política uspiana e da Folha de SP ataca Rádio Vox em lista negra

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Editorial da Rádio Vox

No mesmo dia em que decidiu parar de divulgar notícias na rede social Facebook, a Folha de São Paulo publicou uma matéria onde elaborou uma lista negra de fanpages que segundo o jornal, divulgam notícias falsas pela internet. Nessa lista constam páginas que apoiam a operação Lava Jato,  o combate a corrupção generalizada na Petrobras entre empreiteiras e praticamente toda a classe política nacional e também a fanpage oficial da Rádio Vox.

Segundo a matéria, uma análise feita pela Folha de SP com base em 21 páginas de jornalismo independente contra 51 de jornalismo profissional, a maioria bancada por dinheiro público, a taxa média de interações no primeiro grupo aumentou 61,6% entre outubro do ano passado e janeiro deste ano, contra uma queda de 17% do segundo grupo no mesmo período. É um verdadeiro confronto de Davis contra os Golias gordos e mal acostumados do establishment midiático nacional, que perderam o total contato com a realidade brasileira, fazendo esses grandes veículos de mídia serem transformados em espécies de Diários Oficiais do poder estabelecido, alheios aos interesses do grande público que não dá mais nenhum crédito ao chamado jornalismo “profissional”.

A pesquisa é um sinal de alerta vermelho para a militância que domina o jornalismo nacional e que tem todo o interesse de bloquear e controlar os fluxos de informações de maneira a favorecer o controle social através da mídia. Os velhos canais de comunicação como jornais, revistas, rádios e TVs se tornaram ineficazes diante da realidade da internet e das redes sociais, e é extremamente importante para os grandes potentados econômicos criarem uma narrativa sobre o “fake news” — ou notícias falsas — nos grandes veículos de mídia para neutralizar através dos meios legais as divulgações de fatos fora do script fabricado da grande imprensa.

A força-tarefa para combater o “fake news”

Segundo os grandes veículos de mídia brasileiros o Tribunal Superior Eleitoral, em conjunto com o Ministério da Defesa e a Abin estão preparando ações contra os chamados “fake news”. O jornal O Estado de SP de 31 de outubro de 2017 noticiou que tanto o Exército Brasileiro, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e a Polícia Federal discutem as ações de robôs que segundo eles espalham supostas notícias falsas. O medo é que ocorra nessas eleições de 2018 o mesmo impacto negativo das eleições dos EUA em 2016, onde Hillary Clinton foi desmascarada pelas mídias sociais e pequenos websites de notícias. O mais curioso é saber que essas informações tiveram um apoio maciço da população norte-americana cansada do “fake news” da grande imprensa, que atua como um cartel mafioso falsificando a realidade até o último momento das apurações dos votos onde todas as projeções dessas empresas de comunicação indicavam a vitória esmagadora da candidata democrata Hillary Clinton. A derrota foi simbólica e inaugurou um novo tempo nas comunicações no mundo e colocaram em xeque a farsa da grande imprensa como detentora do monopólio da verdade.

Imprensão, já! Mais de R$ 490 milhões de reais só de dinheiro do governo federal para os cofres do Grupo Folha durante o governo petista

No Brasil o monopólio da verdade é estatal, outorgado para grupos de influência ligados ao poder sob concessões para rádios e TVs, assim como publicidade pública para publicações e variados produtos jornalísticos e culturais. Esse é o caso da Folha de São Paulo, que de 2000 até 2014 recebeu só de dinheiro da União, R$ 275.214.910,00. Uma fortuna astronômica de dinheiro público jogado no lixo, sem nenhum retorno para a população brasileira.

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O UOL, do grupo Folha, recebeu outra fortuna em dinheiro público durante os governos petistas. Um montante de R$ 225 milhões foram destinados através de uma linha crédito do Finep.

TSE, Ministério da Defesa, PF e Abin montam polícia política para censurar a internet

O Ministro da Defesa Raul Jungmann (PPS/ex-PCB) — comunista de carteirinha e membro da organização narcoterrorista do Foro de São Paulo — disse ao Estadão vai monitorar o ciberespaço contra possíveis “crimes cibernéticos” relativos a eleição e resultados eleitorais.

“Nosso papel, por meio do Centro de Defesa Cibernética do Exército, com o apoio da PF, da Abin e de outros órgãos, é apoiar o TSE, porque o tribunal não tem pessoal para cuidar de tudo isso”, disse Jungmann.

Como se não faltasse serviço a esses órgãos de segurança pública e nacional, principalmente nas fronteiras do país, onde os parceiros de Jungmann no FSP realizam o tráfico de drogas e armas que irrigam os cofres dos movimentos revolucionários latino-americanos, e que promovem o maior massacre através das dezenas de milhares de homicídios, colocando o Brasil em primeiro lugar no número de mortos anualmente todo em mundo. Uma verdadeira vergonha constatar o grau de falta de vergonha na cara por parte dessas autoridades que estão apenas preocupadas em manter o status quo da bandidagem instaurada no poder nacional, garantido os interesses externos de grupos que controlam a economia e a sociedade brasileira e drenam os recursos da nação para permanecer a eterna crise da já morta Nova República brasileira, através do sistema eleitoral mais corrompido de toda a história humana.

“Fake news”?

Um dos participantes da peça de pressão e propaganda política da Folha de SP foi Pablo Ortellado, militante de esquerda e pesquisador da USP que ajudou avalizar o censura vermalha do já desprestigiado pasquim petista. Ele figura em inúmeros websites de mídias esquerdistas como o DCM, Carta Capital, Agência Publica, Fundação Perseu Abramo (PT), Rede Brasil Atual e Mídia Ninja.

Fica a pergunta para a Folha de São Paulo, ao Pablo Ortellado e todos os outros difusores de falsas informações e da patrulha ideológica de viés esquerdista, em qual programa ou texto a Rádio Vox divulgou “fake news” ou promoveu algum sensacionalismo? Ficamos aguardando a respostas desses militantes muito bem pagos com o dinheiro público para promover esses tipos de listas negras, censuras, perseguições, difamações e calúnias.

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