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Deep State contra Donald Trump

heitor_02022018

Heitor De Paola comenta a liberação dos documentos que acusam o FBI de abusar de seu poder de vigilância durante os trabalhos de investigação do inquérito que apura o envolvimento da Rússia nas eleições de 2016. O documento, liberado com o aval do presidente Donald Trump, diz que há “violações graves de confiança pública” na aplicação da lei. O memorando foi preparado por republicanos do Comitê de Inteligência da Câmara com a intenção de detalhar, os abusos de poder do FBI, a polícia federal americana, e o Departamento de Justiça.

O memorando acusa ex-funcionários que aprovaram os pedidos de vigilância, entre eles o ex-diretor do FBI James B. Comey, seu ex-vice-diretor Andrew McCabe, a ex-procuradora-geral Sally Yates e o atual vice-procurador-geral Rod Rosenstein, de fazer pedidos de vigilância que omitiram fatos cruciais sobre as motivações políticas da pessoa responsável por fornecer informações, Christopher Steele, um ex-oficial de inteligência britânica e autor de um dossiê sobre as relações entre o presidente Donald Trump e o governo de Moscou. O documento diz que o britânico “foi suspenso como fonte do FBI de acordo com a mais grave das violações –uma divulgação não-autorizada para a imprensa sobre o seu relacionamento com o FBI”. O FBI utilizou a informação que lhe foi proporcionada por Steele para aumentar o monitoramento sobre Carter Page, que até setembro de 2016 prestou assessoria em política externa à campanha eleitoral de Trump, por suspeitar que ele agiu como um agente da Rússia.

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