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Os “padres” do Brasil





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Fábio de Melo, vestido de “lobo do mar”, um verdadeiro artista de TV

A bagunça tomou conta do país. Políticos são a categoria mais desprezada por toda a população, o cenário artístico está repleto de pelegos do PT e PSDB. Os militares sofrem de inanição patriótica tendo como comandantes entreguistas que rebaixam as Forças Armadas em meros batedores de ponto do Foro de São Paulo e Diálogo Interamericano.

No meio de tanta zorra, a quem pedir socorro? Claro, sempre Deus, mas infelizmente no Brasil ele está pessimamente representado. A CNBB — mais conhecida como CNB do B — é uma cama de gatos de comunistas e puxa-sacos de esquerdistas dos mais distintos matizes. Do lado evangélico não é nada melhor, com pastores ditos “conservadores” apoiando por décadas Lula, Dilma, PT e tudo que não presta na esquerda brasileira.

São tantas desilusões que o povo apela para quem sempre lhe assiste, no caso do Pará, o belíssimo e comovente Círio de Nazaré, onde milhões de paraenses celebram a mais importante festa e manifestação popular católica no território nacional. O povo ribeirinho se mantém fiel as tradições de seus antepassados, provando a vocação e caráter conservador da nação brasileira.

Mas sempre existem aqueles que querem destoar. Nesse ano podemos dizer que foi infelizmente um padre da Igreja Católica. O nome dele é Fábio de Melo. Um sujeito que pouco lembra um padre, e muito mais parecido com um cantor romântico desses que passam em shows de calouros. Afeito à fama, o padre Fábio festeja o Círio no meio do beautiful people, entre celebridades e autoridades que pouco têm a ver com a manifestação de fé católica.

Pouco à vontade com a batina — roupa eclesiástica dos clérigos –, Fábio, como parece ser mais apropriado chamá-lo devido a sua aberta intimidade com as coisas do mundo, prefere desfilar com modelitos que ressaltam seus músculos trabalhados diariamente em academia, roupas de grife, óculos de sol de marca, além de um penteado digno de astro de novela. Um verdadeiro festival ambulante de vaidades, provocando claramente o mulheril do qual ele já chegou a confessar muitas vezes que confundem o padre com o galã de televisão.

Nesse Círio de 2016 Fábio inovou, aparecendo de “capitão” dos sete mares. Uma lástima tudo isso, e prova a total despreocupação dessa gente sob suas verdadeiras obrigações, de orientar os brasileiros para os temas como a crise civilizacional ocidental, a busca pelas coisas transcendentais e de salvação dos homens.

A fantasia de Fábio é digna de artista de televisão.

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