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Terrorismo nuclear no Brasil

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Capa desse domingo (31/07) Drudge Report, um dos mais importantes agregadores de notícias em todo o mundo

UN atomic agency helping guard Rio Olympics from ISIS terror attack

Agência atômica da ONU (IAEA) teme por um atentado terrorista do ISIS usando a chamada “bomba suja”, fabricada com materiais radioativos combinados com explosivos convencionais.

A IAEA mandou para o Rio de Janeiro os mais modernos scanners para monitorar a cidade em busca de traços radioativos que indiquem a presença desse tipo de arma radioativa.

Os monitores de radioatividade hi-tech — incluindo detectores pessoais e scanners portáteis — estão sendo usados durante o período do evento.

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O chefe das operações anti-terror da ABIN, Luiz Alberto Sallaberry, admitiu que existe uma ameaça crível do ISIS realizar um ataque terrorista no Rio de Janeiro durante os jogos olímpicos e assegurou que numerosas medidas já estão sendo tomadas para evitar qualquer tipo de ataque. Segundo ele, a ameaça aumentou drasticamente nos últimos meses devido aos ataques ocorridos na Europa.

Ao proferir palestra na Feira Internacional de Segurança Pública e Corporativa, em São Paulo, Sallaberry falou sobre as estratégias do Estado Islâmico para recrutar seguidores e ordenar atentados pelas redes sociais. O diretor da agência de inteligência também tratou das possíveis ameaças terroristas aos Jogos Olímpicos Rio 2016 e dos riscos aos quais o Brasil está exposto atualmente.

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Sallaberry não só revelou que a agência de inteligência já tinha confirmado a autenticidade da ameaça divulgada pelo francês Maxime Hauchard, como também informou que a probabilidade de o Brasil ser alvo de ataques terroristas elevou-se nos últimos meses, por causa dos eventos ocorridos em outros países e do aumento do número de brasileiros que têm aderido à ideologia do grupo. A reportagem não obteve detalhes sobre ligações entre brasileiros e o grupo terrorista.

_39217803_london_blast_area3_416Segundo o diretor de Contraterrorismo da Abin, a agência tem adotado ações para evitar possíveis ataques terroristas, como o intercâmbio de informações com serviços estrangeiros, a capacitação de profissionais de setores estratégicos e trabalhos com órgãos integrantes do Sistema Brasileiro de Inteligência, em especial com os eixos de segurança pública e defesa.

Conhecido como “o carrasco”, o francês Maxime Hauchard é suspeito de ser um dos terroristas que aparecem em vídeos que exibem a decapitação de pessoas sequestradas ou feitas prisioneiras pelo Estado Islâmico, sobretudo soldados sírios. Os sites que primeiro divulgaram a informação, logo após a mensagem ter sido postada, observaram que o usuário havia criado o perfil pouco tempo antes dos ataques à França. Atualmente, a conta está desativada.

“Bomba suja” atômica nos planos dos atentados do ISIS

A chamada “bomba suja” atômica é de uma tecnologia relativamente simples, dependendo apenas da possibilidade do material radioativo ser adquirido por alguma organização terrorista, e com um potencial devastador.

Seu objetivo é contaminar a área em torno da explosão com material radioativo.

Os especialistas em terrorismo alertam sobre os riscos desse tipo de atentado já que uma pequena quantidade de material radioativo seria capaz de contaminar uma vasta área.

No início deste ano, o vice-conselheiro de segurança nacional do governo Barack Obama disse que um ataque com bombas radioativas é um grande medo.

Ele disse: “Temos tido muitas provas de que organizações terroristas como ISIS não têm nenhuma consideração pela vida humana inocente ou normas internacionais, o que só redobra a nossa necessidade de termos abordagens eficazes de segurança nuclear internacional.”

Os riscos de atentados terroristas no Rio 2016

Segundo como foi denunciado no último artigo e programa de Graça Salgueiro (Observatório Latino – 28/07):

Quando era presidente do Uruguai, o terrorista José Mujica cometeu a insensatez de trazer para o país 5 terroristas que estavam detidos da base de Guantánamo, Cuba, o que na época causou muita revolta na população. Desses, o sírio nascido na Líbia, Jihad Ahmad Diyab, sempre causou problemas, apesar das mordomias que recebiam do governo uruguaio e, tão-logo chegaram, Mujica disse que eles eram livres para ir a qualquer país, “desde que fossem aceitos”. Três meses depois de chegar ao Uruguai Diyab foi para a Argentina, acompanhado de uma argentina “defensora dos direitos humanos” cujo nome se desconhece, e lá afirmou ser filho de mãe argentina e vinha advogar pela libertação de todos os presos de Guantánamo, embora não falasse nada em espanhol.

 

Consultando a ficha dele em Guantánamo, verificou-se que era mentira, que sua mãe era líbia, que sua especialidade era “falsificação de documentos”, e que ele pertencia a Al-Qaeda no chamado “Grupo Sírio”. Em junho as autoridades uruguaias informam que Diyab saiu do país, entretanto, não há qualquer registro de passagem dele pelos postos de fronteira, o que leva a crer que saiu com documentos falsos, afinal, essa é sua especialidade. A Polícia Federal (PF) e os ministros da Defesa e da Justiça brasileiros informam que ele nunca pôs os pés aqui, mas ontem (27.07) ele apareceu em Caracas, alegando que viajou até lá de ônibus, tendo passado inclusive pelo Brasil. Lá ele procurou a embaixada do Uruguai para pedir que tragam sua família da Síria mas teve seu pedido recusado, inclusive pela Cruz Vermelha, pois saiu do país ilegalmente.

 

Há pouco mais de duas semanas de se iniciar as Olimpíadas, a PF deteve 12 “supostos” terroristas brasileiros que se articulavam para cometer atentados durante os jogos. Apesar de detidos e de não se ter informações posteriores aos interrogatórios, as autoridades brasileiras enfatizam que se tratava de elementos “primários”, “sem experiência nem preparo”, mas não é prudente subestimar o que as aparências demonstram. Sabemos que, tanto quanto os comunistas, os chefões do EI já deram a ordem para fazer uso da “combinação de todas as formas de luta”, o que ficou provado com o atentado de Nice cuja “arma” foi um caminhão.

 

É óbvio que, mesmo utilizando redes privadas como o Telegram ou o Nashir Português, as mensagens são cifradas, passadas em código e os atacantes têm que manter um baixo perfil para não levantar suspeitas. Poucos cumprirão o Ramadan, freqüentarão mesquitas ou demonstrarão comportamento agressivo, como foi o caso dos últimos que atacaram na França e Alemanha.

 

Nesta quinta-feira, 28, a PF prendeu mais um suspeito, brasileiro descendente de libanês, e um dos refugiados do Uruguai, o iraniano Pouria Paykani, foi visto pela última vez no aeroporto Salgado Filho de Porto Alegre.

O acidente atômico de Goiânia: um exemplo do descaso brasileiro

A tragédia do rompimento da capsula de Césio-137 em Goiânia é o exemplo perfeito do descaso, ignorância e maldade das autoridades brasileiras com o tema defesa civil e integridade do povo do país. Esse terrível acidente ocorrido em 1987 é utilizado em todo o mundo como exemplo dos nefastos efeitos da exposição de material radioativo em um grande centro urbano e seu impacto mortal na população.

O Brasil está preparado para encarar um evento mundial como os jogos olímpicos, em pleno período de ataques terroristas islâmicos contra alvos no ocidente? Justamente na cidade do Cristo Redentor, o maior inimigo da barbárie terrorista?

Abaixo documentários sobre o acidente atômico de Goiânia e o abandono das vítimas.

 

O IAEA apoiou o programa nuclear terrorista do Irã

A IAEA é amplamente conhecido como “Átomos para a Paz”, e foi criada em 1957 como o centro mundial para a cooperação no domínio nuclear e tem sede em Genebra, Suíça. A agência da ONU propagandeia que trabalha com os Estados Unidos e vários parceiros em todo o mundo para promover o uso seguro e pacífico da tecnologia nuclear. Mas existem várias provas de que a IAEA vem sendo acusada de ajudar a continuação do programa nuclear iraniano, sob uma fachada de fins pacíficos escondendo seu principal objetivo, o de produzir de ogivas nucleares e destruir seu maior inimigo, Israel.

Depois das negociações realizados pelo IAEA para a liberação do programa nuclear iraniano, com as participações da Alemanha, França, China e Rússia –que ajudaram no desenvolvimento do programa nuclear iraniano–, Reino Unido e EUA em Genebra, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, foi o único líder mundial que expressou desacordo ao acordo. Ele falou a respeito de um “erro histórico” sob as negociações com o Irã.

“O que foi concluído na noite passada em Genebra é foi um acordo histórico, que é um erro histórico”, disse primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu aos repórteres. “Não fez do mundo um lugar mais seguro. Tal como no acordo com a Coréia do Norte em 2005, este acordo tornou o mundo um lugar muito mais perigoso.”

“Durante anos, a comunidade internacional exigiu que o Irã cessasse todo o enriquecimento de urânio. Agora, pela primeira vez, a comunidade internacional formalmente consentiu que o Irã continue o seu programa de enriquecimento de urânio.”

 

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