navbar

A ditadura cibernética do Facebook

obslat-A-HIDRA-728x90Uma semana após a fanpage da Rádio Vox ter sofrido a tentativa de exclusão pela polícia política do Facebook, sofremos mais um ataque da organização criminosa sediada nos EUA.

facebook-rvox-1

Organização

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg estava entre os “pledgers mais jovens notáveis.”

Zuckerberg também estava entre os participantes na noite de sexta jantar de Estado da Casa Branca para Xi Jinping, o presidente da China comunista.

Esta multidão, aparentemente, decidiu ignorar a falta de liberdade humana na China, e que se refere ao regime comunista como um jogador confiável para trazer um novo estado global

Ex-funcionários do Facebook denunciam: Notícias de conteúdo conservador são rotineiramente suprimidas pela mídia social 

Fonte: http://gizmodo.com/former-facebook-workers-we-routinely-suppressed-conser-1775461006

Um jornalista que trabalhou no Facebook denunciou ao site Gizmodo que funcionários da rede social frequentemente escondiam notícias de interesse de leitores mais conservadores. Novidades sobre o evento Conservative Political Action Conference (CPAC) e ex-candidatos republicanos, como Mitt Romney e Rand Paul, estavam entre os tópicos filtrados — mesmo que as postagens em si tivessem um alto alcance orgânico.


Em outras palavras, a seção de notícias do Facebook funciona como uma redação tradicional, refletindo os preconceitos dos seus trabalhadores e os imperativos institucionais da corporação. A imposição de valores editoriais humanos para as listas de tópicos um algoritmo cospe é, não significa uma coisa ruim, mas ele está em forte contraste com as alegações da empresa de que o módulo de tendência simplesmente lista “tópicos que recentemente se tornaram populares no Facebook.”

 

Curiosamente, a história publicada pelo site foi parar nos assuntos do Trending do Facebook — mas com os links mais populares não direcionando para a reportagem original.

Curiosamente, a história publicada pelo site foi parar nos assuntos do Trending do Facebook — mas com os links mais populares não direcionando para a reportagem original.

Estas novas alegações surgiram após Gizmodo na semana passada revelou detalhes sobre o funcionamento interno da equipe uma notícia trending pequeno grupo de jovens jornalistas do Facebook, educado principalmente na Ivy League ou universidades da costa leste privados, que coadjutor o módulo “trending” na parte superior direita canto -hand do site. Como informamos na semana passada, os curadores têm acesso a uma lista ordenada dos trending topics tona pelo algoritmo do Facebook, que prioriza as histórias que devem ser mostrados para os usuários do Facebook na seção de tendências. Os curadores escrever manchetes e resumos de cada tópico, e incluir links para sites de notícias. A seção, que foi lançado em 2014, constitui um dos mais poderosos imóveis na internet e ajuda a ditar o que os usuários-167 notícias do Facebook milhões em os EUA sozinhos-está lendo em um dado momento.

“Dependendo de quem estava no turno [de trabalho], alguns assuntos estariam na lista negra ou bombando”, disse uma das fontes anônimas ao Gizmodo. Isso significa que o próprio Facebook, apesar de vender a imagem de que os próprios usuários fazem com que certos conteúdos fiquem mais populares, funciona mesmo como uma redação: são seus empregados que decidem, de acordo com as próprias visões políticas e preferências, o que ganha espaço e o que fica de fora.

Se parecesse que muitos sites estavam cobrindo a história, podíamos injetá-la mesmo que não ficasse popular naturalmente

Outra consequência é que várias notícias impactantes eram deixadas de fora do algoritmo do Facebook, a não ser que uma grande quantidade de portais de renome (New York Times, BBC, CNN e por aí vai) também postassem a matéria. Se apenas um site muito de direita desse a notícia, o ideal era esperar para linkar um site maior e menos idealizado.

 

Facebook censura “notícias conservadoras”, afirmam ex-funcionários

Rede social defende agenda gay e faz “experimentos sociais”

por Jarbas Aragão

Uma denúncia de ex-funcionários do Facebook, que trabalhavam no departamento de “trending topics” [assuntos mais populares] da rede social, está sendo investigada pelo Senado americano.

Embora a empresa defenda constantemente que a página é neutra e o conteúdo é gerido por algoritmos (programas que analisam dados), jornalistas que trabalharam lá garantem que ela manipula as notícias exibidas no site.

A acusação é tão séria que o Senado americano quer intimar o CEO Mark Zuckerberg, para ele dar explicações. A Comissão de Comércio, liderada pelo republicano John Thune, de Dakota do Sul, irá analisar o assunto.

O fato de uma notícia aparecer mais (ou menos) na maior rede social do mundo teria, segundo especialistas, força para influenciar, por exemplo, eleições presidenciais. Segundo os critérios do Facebook, quantos mais uma notícia é citada, mais popular se torna e, consequentemente, ganha maior destaque na linha do tempo e atinge mais pessoas.

banner-600x300As informações sobre a “censura” foram reveladas pelo site Gizmodo, especializado em tecnologia. Ao que consta, funcionários do Facebook eram instruídos a suprimir rotineiramente conteúdo conservador. Nomes de políticos, como o republicano Mitt Romney, candidato à presidência em 2012, é um exemplo.

Não importa o quanto as notícias sobre ele fossem populares, os usuários tinham acesso limitado. O mesmo teria ocorrido com o candidato Ted Cruz este ano. Notícias de caráter religioso conservadores, também não passavam no ‘crivo’ da rede social. O portal Gospel Prime já foi censurado, quando foram bloqueadas reportagens que mostravam imagens de cristãos sendo crucificados ou decapitados por muçulmanos.

Por outro lado, a equipe da empresa conhecida como “os curadores de notícias”, forçavam, dentre os “populares”, assuntos que se alinhavam com a postura liberal da companhia. Ainda que não fossem lidos com frequência suficiente pelas pessoas, recebiam destaque.

“Era absolutamente enviesado. Fazíamos tudo de uma forma subjetiva. Dependia apenas de quem era o curador naquele momento, e qual era a sua opinião”, afirmou um dos ex-funcionários ao Gizmodo. Nenhum deles quis revelar sua identidade com medo de ser processado pelo Facebook.

Outra acusação séria é o fato de o trabalho das mídias americanas mais conservadoras, como o Washington Examiner, simplesmente serem excluído dos “populares”. Esse trabalho de edição e seleção de assuntos não é ilegal nem seria um problema, caso a empresa admitisse fazer uso dele.

Neste caso, assumiria sua condição de mídia opinativa, não mais um espaço neutro de discussões, como sempre se orgulhou de ser.

A empresa negou que as denúncias sejam verdade. Tom Stocky, vice-presidente do Facebook e responsável pelo departamento de notícias, emitiu nota em sua página na rede: “Não permitimos nem aconselhamos nossos revisores a discriminar fontes de notícias nem ideologias. Desenhamos nossas ferramentas para fazer com que isso seja tecnicamente impossível”.

Agenda gay e experimento social

Com mais de um bilhão de usuários diários, o Facebook é um dos mais influentes formadores de opinião do mundo. No Brasil, existem várias denúncias de páginas conservadoras que afirmam que a empresa “diminuiu” o alcance das suas postagens.

Na verdade, os “experimentos sociais” feitos pelo Facebook são conhecidos. Em 2012, durante uma semana manipulou os posts de notícias dos usuários para verificar como isso afetou o seu humor. Tempos depois, a rede social reconheceu e pediu desculpas.

No ano seguinte, fizeram um estudo onde analisavam que fatores poderiam prever o apoio de uma pessoa ao casamento gay. Na época, críticos sugeriram que era uma tentativa de impulsionar a “agenda gay” defendida por Zuckerberg.

Ano passado, ofereceram um “filtro de arco-íris” para comemorar a decisão da Suprema Corte dos EUA que o casamento homossexual é um direito constitucional. Embora fosse uma questão referente a um país, foi oportunizado a usuários de todo mundo, o que indica ser mais um de seus experimentos psicológicos.

Para alguns especialistas, uma maneira de impor ideias sobre sua imensa rede de usuários. Com informações de Christian Post


Em países latino-americanos comandados pelo Foro de São Paulo, como a Venezuela, Colômbia, Equador, Argentina e Brasil, entre vários mais, o Facebook está fechando contas de usuários que falem contra esses governos de esquerda.

XpKx14NPouco depois do massacre dos soldados no Cauca, pelas mãos das FARC que contaram com a cúmplice decisão de Juan Manuel Santos, do ministro Pinzón e do comandante das Forças Militares, General Rodríguez de não utilizar o apoio aéreo para combater os terroristas, publiquei um vídeo no Facebook que mostrava a cena do crime, a prova de que os soldados foram pegados dormindo, obedecendo a ordem de Santos, do ministro e da cúpula militar de não responder ao fogo, não atacar os bandidos e crer cegamente que eles não os atacariam em cumprimento da promessa do “cessar fogo unilateral”.

 

De imediato, funcionários do gabinete de Santos se puseram em contato com os proprietários do Facebook, cujo fundador e presidente, Mark Zuckerberg, havia estado na Colômbia para negociar acordos, fusões e ajudas com o governo colombiano [1], e em menos de 24 horas o Facebook retirou o vídeo da página de Periodismo sin Fronteras (que recebe cerca de 250 mil visitas semanalmente) nessa rede, e me sancionou durante três dias impedindo-me de publicar qualquer coisa. A razão: que eu estava promovendo violência terrorista.
Curiosamente, essa é a mesma tese – intuo – com a qual a ex-promotora Ángela María Buitrago me denunciou ante a Unidade Anti-Terrorista do Ministério Público Geral da Nação, em um processo malévolo onde me violaram todos os direitos fundamentais, inclusive o direito à defesa.

 

O assunto é que o Facebook me sancionou sem o direito de protestar e não houve poder humano para fazer seus diretores entenderem que eu não estava promovendo o terrorismo com esse vídeo mas, ao contrário, que eu estava denunciando as atrocidades do terrorismo! Curiosamente, o vídeo foi copiado e ainda anda por essa rede social sem nenhum problema. Como também andam funcionando sem problema algum, páginas de pornografia gay que fazem contraste com o fechamento de contas para quem se atreve a falar algo contra o poderoso lobby gayzista.

 

Os administradores da rede social terminaram meu “castigo” de três dias e me devolveram o controle da página, não sem antes me advertir de que iam me tirar definitivamente se “voltasse” a incorrer em falta. “Qual falta?”, lhes respondi. Porém, de novo, falei com uma porta.

 

Algo estranho acontece no Facebook. Em países latino-americanos comandados pelo Foro de São Paulo, como a Venezuela, Colômbia, Equador, Argentina e Brasil, entre vários mais, o Facebook está fechando contas de usuários que falem contra esses governos de esquerda.

 

Recentemente, o filósofo e pensador brasileiro Olavo de Carvalho denunciou que nas páginas do Facebook há uma censura contra ele [2]. Diz o professor Olavo: “Falemos em português claro: uma censura direta, feita oficialmente por funcionários do governo, seria muito mais decente do que a contratação de garotos para acabar com páginas do Facebook”.

 

Olavo de Carvalho é o mais importante filósofo vivo de fala portuguesa, e o mais suscetível, agudo e lúcido contraditor do governo marxista de seu país. Ele critica abertamente que se pretenda implantar o homossexualismo como lei, e é um opositor ferrenho de que nas escolas públicas infantis se estabeleça o homossexualismo como cátedra obrigatória com todas as suas variantes sadomasoquistas.

 

Não sabemos se isto contribuiu para o bloqueio que o Facebook lhe impôs, durante três dias, tendo presente que vários dos principais acionistas do Facebook são dessa comunidade LGBT, porém estamos convencidos de que Dilma Rousseff teve muito a ver nesta flagrante censura à liberdade de expressão imposta ao professor. Como Olavo denuncia, uma pessoa lhe escreveu dizendo: “Professor Olavo, tenho uma informação de inteligência, há ordem de atacar e tirar seu perfil do ar em breve”. E assim sucedeu.

 

Segundo a mesma fonte do filósofo, “depois de um bloqueio de 3 dias vem outro de 7 dias, e depois um de 30. Depois o denunciarão massivamente por cada publicação que faça e declararão que esse conteúdo está violando as normas do Facebook. Outra coisa que vão fazer é tomar seu correio eletrônico, o associado à sua conta, e o colocarão como administrador de várias páginas falsas (se é possível fazer isso). Nestas páginas porão conteúdo censurável, assim que o administrador (neste caso, você) será punido e expulso para sempre do Facebook”.

 

Do mesmo modo que no meu caso, o professor Olavo de Carvalho (que tem mais de 200 mil seguidores em seu perfil de Facebook) queixou-se ante os administradores dessa rede social. E também sua esposa Roxane Carvalho protestou, porém, a única resposta do Facebook foi também bloquear a conta dela. “Tampouco é de se estranhar que, do mesmo modo que em qualquer censura, o Facebook tenta ocultar a sua: como minha esposa divulgou em sua página a suspensão da minha, também a bloquearam”.

 

Na Colômbia, repetimos, já se fecharam várias contas, puniu-se outras e advertiu-se outros que criticam o governo de Santos. O mesmo Gustavo Petro anunciou há pouco que vai investigar algumas páginas do Facebook e outras redes sociais que são contra sua gestão como prefeito.

 

“Quando um governo acossado por investigações de corrupção apela a um recurso tão infantil para tapar a boca dos denunciantes, é inevitável concluir que todo esse governo está cheio de crianças malvadinhas”, finaliza Olavo de Carvalho.

 

E se lá no Brasil chove, por aqui não estia. Na Colômbia também estamos cheios de crianças e ministras malvadinhas, de travestis e de alguns homossexuais que fundaram o “gayzismo político”, para utilizar todo seu poder com o propósito de fazer de suas preferências sexuais uma arma vitimizante que esgrimem contra todo aquele que ouse protestar contra esse afã perverso de inculcar o homossexualismo em nossas crianças e converter essa opção igualmente pessoal e livre, em uma política de Estado ou, como já sucede, em uma patente de corso para cometer todo tipo de velhacarias com a certeza de que suas preferências sexuais são a desculpa perfeita para censurar os que pensamos diferente.

 

Oxalá os sócios do Facebook restabeleçam sua política de censura. Nem tão perto que queime o Santo, nem tão longe que não ilumine.

 


Notas do autor:

 

[1] Visita em 15 de janeiro do presidente e fundador do Facebook: http://wp.presidencia.gov.co/Noticias/2015/Enero/Paginas/20150114_03-Palabras-Conversatorio-del-Presidente-Juan-Manuel-Santos-con-Mark-Zuckerberg-creador-de-Facebook.aspx
[2] http://www.dcomercio.com.br/categoria/opiniao/criancas_malvadinhas

 


http://www.periodismosinfronteras.org/

Tradução: Graça Salgueiro

email

, , , , , , , , , , , , , , , , ,