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Começou o controle da mídia no Brasil, através da comissária do povo Paula Rousseff

Denúncia exclusiva Vide Versus – Rádio Vox!
Vitor Vieira traz as provas do ataque judicial promovido pela procuradora do Ministério do Trabalho, Paula Rousseff Araújo, filha da narcoditadora Dilma Rousseff, contra o grupo RBS do Rio Grande do Sul.

A empresa entrou em desgraça desde quando a então assessora Dilma Rousseff negociou a compra da companhia telefônica do estado do Rio Grande do Sul, a maior roubada que a RBS poderia ter entrado.
Agora através da filha de Dilma Rousseff, junto com abutres e chacais ligados ao fundo de investimentos Gávea (da turma de Armínio Fraga e George Soros), a empresa é apenas um fantoche nas mãos da esquerda revolucionária internacional.

dilmapaulaNo fim da história é tudo ligado ao plano estratégico do Foro de São Paulo, para o controle total dos meios de comunicação, como já se passou na Venezuela e na Argentina.

Se prepare Brasil, pois com as soberanas búlgaras no poder, não vai sobrar nada para contar história!

FILHA DA BÚLGARA DILMA, PROCURADORA PAULA ROUSSEFF ARAÚJO, ABRE INQUÉRITO PARA INVESTIGAR A PRÁTICA CRIMINOSA DO GRUPO RBS DE FRAUDE NAS RELAÇÕES DO TRABALHO

Via Vitor Vieira – Vide Versus

O Grupo RBS, vivendo uma enorme crise estrutural, com gigantescas dívidas, e com o controle praticamente tomado pelas instituições financeiras que o financiam, passou a usar uma formula manjada de contratação de funcionários como pessoa jurídica. Assim escapa do pagamento de custos sociais. A prática vai render um tremendo dissabor para a direção do grupo, porque foi aberto um inquérito no Ministério Público Federal do Trabalho pela procuradora Paula Rousseff Araujo, filha da presidente petista Dilma Rousseff. A medida foi tomada nesta terça-feira. Leia a decisão do Ministério Público Federal do Trabalho a seguir:

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO

Procuradoria Regional do Trabalho da 4ª Região

PORTARIA COORD-1 Nº 78/2015, de 27 de janeiro de 2015.

A Procuradora do Trabalho subscrita no uso das atribuições legais e institucionais que lhe são conferidas pelos artigos. 129, inciso III, da Constituição da República de 1988, 6º, inciso VII, e 84, inciso II, da Lei Complementar nº 75/93 e 8º, parágrafo 1º da Lei nº 7.347/85; considerando os termos do acórdão proferido pela 7ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região no processo nº 0000177-85.2011.5.04.0019, movido contra a RBS – ZERO HORA EDITORA JORNALÍSTICA S.A., indicando que foi verificado o desvirtuamento da relação de emprego pela determinação de criação de pessoa jurídica por trabalhadora cujas atividades eram prestadas de forma habitual e com subordinação, estando vinculadas às necessidades essenciais da tomadora do serviços; considerando que a Constituição da República atribui ao Ministério Público a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis, estabelecendo que, dentre outras, é sua função institucional promover o inquérito civil e a ação civil pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos (arts. 127, caput, e 129, inciso III, da Constituição da República de 1988); considerando que ao Ministério Público do Trabalho compete instaurar inquérito civil e outros procedimentos administrativos, sempre que cabíveis, para assegurar a observância dos direitos sociais dos trabalhadores (art. 84, inciso II, da Lei Complementar nº 75/93), promovendo a ação civil pública no âmbito da Justiça do Trabalho, para a defesa de interesses coletivos, quando desrespeitados os direitos sociais constitucionalmente garantidos (art. 83, inciso III, da Lei Complementar nº 75/93); considerando a necessidade de aprofundar a investigação, com o objetivo de apurar os fatos denunciados;

RESOLVE:

I – Instaurar INQUÉRITO CIVIL contra RBS – ZERO HORA EDITORA JORNALÍSTICA S.A.,
com endereço na Av. Ipiranga, nº 1075, Azenha, Porto Alegre, RS, tendo por objeto a
apuração dos fatos denunciados e a busca de soluções administrativas ou de elementos
para a propositura das medidas judiciais que se fizerem necessárias, visando à defesa da
ordem jurídica e à proteção dos interesses que ao Ministério Público do Trabalho incumbe
resguardar, fixando, como objeto do inquérito, os item 03.01.06 – Desvirtuamento de
Pessoa Jurídica, do temário unificado do MPT.

II – Determinar a formação dos autos de INQUÉRITO CIVIL, com a juntada desta Portaria e
das peças que compõem a Notícia de Fato nº 000191.2015.04.000/6.

III – Determinar a afixação dessa Portaria no local de costume dessa Procuradoria Regional do Trabalho da 4ª Região pelo prazo de 30 (trinta) dias, bem como sua publicação eletrônica na página desta PRT.

IV – Nomear como Secretario para atuar no presente Inquérito Civil o Servidor Fernando Hampel.
PAULA ROUSSEFF ARAUJO – Procuradora do Trabalho
O inquérito civil promovido pela procuradora Paula Rousseff Araujo se baseia em decisão tomada em processo julgado no Tribunal Regional do Trabalho, em Porto Alegre, que tem as seguintes informações:
Processo no TRT0000177-85.2011.5.04.0019 (RO)
Procedência19ª Vara do Trabalho de Porto Alegre
Na autuação8 Volume(s) / 1511 Folha(s)

Juiz – DENISE PACHECO

Órgão julgador – 7a. Turma

RECTE RBS – ZERO HORA EDITORA JORNALÍSTICA S.A.

Procurador – Cláudio Dias de Castro
RECTE SONYARA THIELE

Procurador – André Luís Soares Abreu

RECDO OS MESMOS

Vara do Trabalho19ª VARA DO TRABALHO DE PORTO ALEGRE

Reclamante Principal – Sonyara Thiele

Reclamada Principal – RBS Zero Hora Editora Jornalística S.A.

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  • Jorge Roriz

    A empresa RBS realmente cometeu irregularidade quando obrigou os jornalistas a criarem empresas para evitar ter despesas trabalhistas. Neste caso, não se trata de perseguição da Búlgura, censura ou controle da mídia e sim uma questão trabalhista legal.

    • Fernando Cavalcanti

      O que está em discussão são os motivos que levam uma empresa tradicional, que sempre cumpriu suas obrigações trabalhistas, a lançar mão de recurso tão manjado para escapar à extinção pura e simples. Há muitas maneiras de se fazer o mal e constranger uma empresa a fazer o que querem os mandantes da vez. As amparadas pela lei são a pior dessas maneiras.

    • http://ww.EquipeLinux.com/ Gerente Linux

      Se a lei definem como crime a contratação de profissionais liberais como pessoas jurídicas então a empresa errou.

      Mas não é assim. O art. 1 da CF88 é claro quando define como FUNDAMENTO DA REPÚBLICA a iniciativa e a propriedade privada, logo, a ação do Estado e seus agentes deve CUMPRIR o art. 1 EM PRIMEIRO LUGAR.

      E o Direito do Trabalho NÃO É FUNDAMENTO DA REPÚBLICA, logo, não pode ser usado para constranger o cumprimento do art. 1.

      Em CLPLBR.WordPress.com se debate este assunto. Colaborem.

  • http://ww.EquipeLinux.com/ Gerente Linux

    Se a contratação por pessoa jurídica for ILEGAL, então o processo é correto.
    Se é LEGAL, então a procuradora não pode “alegar a intenção” de burlar a lei que, afinal, estará sendo cumprida.
    A intenção do governo em aumentar os impostos é o de violar um FUNDAMENTO DA REPÚBLICA: a iniciativa privada e a propriedade privada, conforme o art. 1 da CF88.

    As alegações trabalhistas da procuradora não se constituem em FUNDAMENTOS DA REPÚBLICA, nem a ação da empresa viola – pois CUMPRE – o mandamento constitucional de PROMOVER A INICIATIVA E A ECONOMIA PRIVADAS.

    A procuradora do trabalho não pode alegar a necessidade de cumprir a “intenção” de uma lei menor quando deveria cumprir os FUNDAMENTOS DA REPÚBLICA.

    Ao MITIGAR A AÇÃO DA EMPRESA PRIVADA a procuradora vai CONTRA O TEXTO constitucional.

    O Direito do Trabalho NÃO É UM FUNDAMENTO DA REPÚBLICA, logo, não pode ser alegado como fundamento para CONSTRANGER O CUMPRIMENTO do art. 1 da CF88.

  • Marcos Maciel Ribas

    Narcoditadora Búlgara,,, kkkkk esse cabra que escreveu isso é um mentecapto e xenófobo.

  • Anderson Tenca

    Devaneios.